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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Um Wrap-Up do Optimus ALIVE! 2010

Por motivos que não interessam aqui (mas que não tem a haver com bilhetes esgotados) só assisti aos primeiros dois dias do ALIVE 2010! e, apesar de ter visto alguns concertos memoráveis, a primeira memória que me vem à cabeça são as duas horas e tal que passei numa fila para trocar a pulseira no primeiro dia do Festival. A Everything is New não é propriamente nova neste campeonato e, desse modo, foi uma surpresa muitíssimo desagradável ter ficado todo aquele tempo ali que me fez perder por exemplo os concertos de The Drums e grande parte de Devendra Banhart. Claramente um ponto a rever na edição do próximo ano (uma boa ideia será voltar a fazer o que quer que se tenha feito nos anos anteriores, visto que foi a primeira vez que me aconteceu tal coisa no ALIVE!).

Em relação a concertos, não vou fazer uma análise detalhada de cada um dos que vi, no entanto sou obrigado a destacar pela positiva a “pureza” do concerto de Alice in Chains, a energia e a irreverência do Mike Patton no concerto de Faith no More, o “poder” dos concertos dos PAUS e da Florence Welch. Pela negativa, digo somente que estava à espera de muito mais no concerto de La Roux.

Last but not the least, faço aqui mesmo à frente do computador uma vénia ao magnífico concerto dado por James Dean Bradfield, Nicky Wire, Sean Moore e os dois “novos” Manic Street Preachers no final de tarde do segundo dia do festival.

Com um início arrebatador, com “Motorcycle Emptiness” e “Everything must Go”, os Manics conquistaram o público presente. Depois, com um alinhamento que foi alternando hits do passado com músicas mais recentes, os Manics mostraram que estão aí para as curvas. Destaco ainda o momento que foi a performance de “A Design for Life”. Quem diria que existia tanta gente em Portugal a saber a letra do principio ao fim?

Enfim, para o ano há mais, e as datas já foram inclusive anunciadas pelo Álvaro Covões. Será nos dias 7, 8 e 9 de Julho de 2011 que vai ocorrer a próxima edição do ALIVE! sendo que em Novembro deste ano vão começar a ser anunciados os primeiros nomes. O meu desejo? Que o alinhamento da próxima edição do ALIVE! seja tão bom como este, mas que a EiN tenha em conta os problemas que existiram no primeiro dia.

Para fechar o post, aqui fica o vídeo da performance de “Motorcycle Emptiness” (infelizmente não encontrei nenhum vídeo de jeito do “A Design for Life”):


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Optimus ALIVE! Dia 8: Um Roteiro

Inspirado por um artigo do I, aqui fica um possível roteiro para o primeiro dia do Optimus Alive:

18:00 – Pouco depois de entrar no recinto, dar um salto rápido ao Palco Optimus Clubbing para assistir à estreia dos Youthless nos grandes festivais;

18:20 – Saltar para o palco Super Bock para ainda apanhar cerca de meia hora do concerto dos The Drums;

19:15 – Sem sair do palco Super Bock, aproveitar para ver como é que vai ser o concerto “Best-Of” do Devendra Banhart;

19:45 – Fugir para a zona de restauração para preparar o estômago para a noite que aí vem e tentar não deprimir com o facto dos Phoenix terem cancelado o concerto neste mesmo dia;

20:50 – Se as filas tiverem ajudado, dar um salto muito rápido novamente ao palco Super Bock para ver um bocadinho da musa Florence Welch e da sua “máquina”;

21:15 – Ir a correr para o palco principal para não perder pitada de Alice in Chains;

22:40 – Voltar ao palco Super Bock para assistir à maior parte do concerto de The XX mas também para preparar para assegurar uma boa posição para o concerto de La Roux;

23:50 – Assistir então ao concerto de La Roux e ir olhando para o relógio para ver quando é que tenho de voltar a correr para o palco principal;

00:30 – Parar e contemplar a mais que provável magnificência do concerto de Faith no More, que vou finalmente ver vários anos depois do que pretendia.

02:00 – Se ainda houver energia e o concerto ainda não tiver acabado, voltar ao palco Optimus Clubbing para ver um bocadinho de Tiga. Se já não houver energia, iniciar a caminhada de volta para casa.